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obrigado por sua visita...
domingo, 27 de março de 2011
HPV
Como o HPV pode provocar o câncer de colo de útero?
O HPV provoca alterações estruturais no material genético da célula do colo do útero e da vulva e com isso causa uma alteração genética chamada atipia que transforma a célula normal em uma célula com potencial de malignidade.
Quanto tempo os sintomas demoram para aparecer?
Dependerá de pessoa para pessoa e da imunidade (defesa do corpo) da mesma.
Em mulheres grávidas, quais os riscos da infecção por HPV?
O risco na mulher grávida, pode ser maior, já que a imunidade da mulher nessa fase da vida é menor. Com isso o risco de contrair a infecção é maior e se a mulher já tiver o vírus, a chance do aparecimento de lesões é maior também.
Como é feito o diagnóstico? Quais são os exames solicitados? E se a menina for virgem e estiver com suspeita de HPV?
As verrugas genitais podem ser encontradas no ânus, no pênis, na vulva ou vagina e podem ser visibilizadas através de exame urológico (peniscopia), ginecológico (colposcopia e vulvoscopia). Já o diagnóstico de suspeita pode ser feito através do exame citológico (exame preventivo de Papanicolaou). O diagnóstico definitivo é realizado através de exames laboratoriais de diagnóstico molecular, como o teste de captura híbrida e o PCR e biópsia da região suspeita. Se a menina for virgem, o HPV externo (de vulva) pode ser diagnosticado sem dificuldades.
Como é feito o tratamento? Quanto tempo dura?
Na maioria das vezes, a infecção é assintomática. Nos casos das verrugas, os tratamentos são realizados através de uso de ácidos no local da verruga, uso de laser ou ainda a retirada cirúrgica apenas. Em alguns casos de HPV em colo de útero, pode ser realizada apenas a cauterização do local. A duração do tratamento depende da extensão do processo e da recidiva da doença.
Como prevenir o contágio?
O uso de preservativos em todas as relações sexuais durante todo o tempo. Nem sempre o homem ou a mulher apresentam lesões visíveis a olho nu. Por isso não se pode bobear.
Poderia falar um pouco sobre a vacina contra o HPV? Como ela funciona? Por que ela gerou tanta polêmica? Ela já pode ser tomada no Brasil? Quem pode tomar?
A vacina foi criada com o objetivo de prevenir a infecção por HPV e, assim, reduzir o número de pacientes que venham a desenvolver câncer de colo de útero. Foram desenvolvidas duas vacinas contra os tipos mais presentes no câncer de colo do útero (HPV-16 e HPV-18).
O impacto real da vacinação contra o câncer de colo de útero só poderá ser observado após décadas. Há duas vacinas comercializadas no Brasil. Uma delas é quadrivalente, ou seja, previne contra os tipos 16 e 18, presentes em 70% dos casos de câncer de colo do útero e contra os tipos 6 e 11, presentes em 90% dos casos de verrugas.
A vacina funciona estimulando a produção de anticorpos específicos para cada tipo de HPV. A proteção contra a infecção vai depender da quantidade de anticorpos produzidos pelo indivíduo vacinado, a presença destes anticorpos no local da infecção e a sua persistência durante um longo período de tempo. A vacina pode ser tomada no Brasil e é administrada em 3 doses, com 1, 2 e 6 meses.
Qual o tempo de proteção após a vacinação?
Os estudos atuais estimam o tempo de infecção em 8 anos e meio.
A partir de qual idade, se pode tomar a vacina?
Preconiza-se a aplicação da vacina a partir dos 9 anos de idade.
A vacina está disponível na rede pública de saúde?
Infelizmente, ainda não.

O HPV provoca alterações estruturais no material genético da célula do colo do útero e da vulva e com isso causa uma alteração genética chamada atipia que transforma a célula normal em uma célula com potencial de malignidade.
Quanto tempo os sintomas demoram para aparecer?
Dependerá de pessoa para pessoa e da imunidade (defesa do corpo) da mesma.
Em mulheres grávidas, quais os riscos da infecção por HPV?
O risco na mulher grávida, pode ser maior, já que a imunidade da mulher nessa fase da vida é menor. Com isso o risco de contrair a infecção é maior e se a mulher já tiver o vírus, a chance do aparecimento de lesões é maior também.
Como é feito o diagnóstico? Quais são os exames solicitados? E se a menina for virgem e estiver com suspeita de HPV?
As verrugas genitais podem ser encontradas no ânus, no pênis, na vulva ou vagina e podem ser visibilizadas através de exame urológico (peniscopia), ginecológico (colposcopia e vulvoscopia). Já o diagnóstico de suspeita pode ser feito através do exame citológico (exame preventivo de Papanicolaou). O diagnóstico definitivo é realizado através de exames laboratoriais de diagnóstico molecular, como o teste de captura híbrida e o PCR e biópsia da região suspeita. Se a menina for virgem, o HPV externo (de vulva) pode ser diagnosticado sem dificuldades.
Como é feito o tratamento? Quanto tempo dura?
Na maioria das vezes, a infecção é assintomática. Nos casos das verrugas, os tratamentos são realizados através de uso de ácidos no local da verruga, uso de laser ou ainda a retirada cirúrgica apenas. Em alguns casos de HPV em colo de útero, pode ser realizada apenas a cauterização do local. A duração do tratamento depende da extensão do processo e da recidiva da doença.
Como prevenir o contágio?
O uso de preservativos em todas as relações sexuais durante todo o tempo. Nem sempre o homem ou a mulher apresentam lesões visíveis a olho nu. Por isso não se pode bobear.
Poderia falar um pouco sobre a vacina contra o HPV? Como ela funciona? Por que ela gerou tanta polêmica? Ela já pode ser tomada no Brasil? Quem pode tomar?
A vacina foi criada com o objetivo de prevenir a infecção por HPV e, assim, reduzir o número de pacientes que venham a desenvolver câncer de colo de útero. Foram desenvolvidas duas vacinas contra os tipos mais presentes no câncer de colo do útero (HPV-16 e HPV-18).
O impacto real da vacinação contra o câncer de colo de útero só poderá ser observado após décadas. Há duas vacinas comercializadas no Brasil. Uma delas é quadrivalente, ou seja, previne contra os tipos 16 e 18, presentes em 70% dos casos de câncer de colo do útero e contra os tipos 6 e 11, presentes em 90% dos casos de verrugas.
A vacina funciona estimulando a produção de anticorpos específicos para cada tipo de HPV. A proteção contra a infecção vai depender da quantidade de anticorpos produzidos pelo indivíduo vacinado, a presença destes anticorpos no local da infecção e a sua persistência durante um longo período de tempo. A vacina pode ser tomada no Brasil e é administrada em 3 doses, com 1, 2 e 6 meses.
Qual o tempo de proteção após a vacinação?
Os estudos atuais estimam o tempo de infecção em 8 anos e meio.
A partir de qual idade, se pode tomar a vacina?
Preconiza-se a aplicação da vacina a partir dos 9 anos de idade.
A vacina está disponível na rede pública de saúde?
Infelizmente, ainda não.
HPV
HPV em mulheres
Por ser um vírus que atinge um grande percentual de mulheres, apesar de afetar também os homens, entrevistamos a ginecologista Dra. Rosa Maria Neme, diretora do Centro de Endometriose São Paulo. Nesta conversa, a médica fala sobre o que é o HPV, seus sintomas, porque ele atinge mais mulheres do que homens e os tratamentos para combater este terrível inimigo da saúde íntima.
O que é o HPV e por que é tão perigoso? Meninas também podem desenvolver o câncer no colo uterino devido ao HPV?
É a sigla em inglês para papiloma vírus humano - Human Papiloma Virus. É um vírus transmitido através do contato da pele e, no caso da região genital, transmitido através de relações sexuais e podem causar lesões no pênis, vagina, colo do útero e vulva. Meninas que apresentam o HPV de alto risco podem desenvolver o câncer de colo uterino, apesar de ser raro nesta faixa etária.
As mulheres são mais vulneráveis ao HPV? Em caso positivo, por que?
Em geral, as mulheres apresentam-se mais vulneráveis à infecção pelo HPV por apresentarem variações tanto do ciclo hormonal quanto da imunidade ao longo do mês, diferentemente dos homens. Com isso, apresentam mais chance de contrair a infecção.
O que ocorre quando um indivíduo é infectado pelo HPV? Os sintomas sempre aparecem? Quais são?
Nem sempre os sintomas aparecem naquele momento. O vírus pode ficar incubado e aparecer muitos anos depois. Os sintomas dependem do tipo de HPV que infecta a mulher. As manifestações mais comuns na região genital são as verrugas genitais ou condilomas acuminados, conhecidas como "crista de galo".
Já outras pacientes com lesões subclínicas podem não apresentar sintomas, podendo ter apenas manifestações discretas como corrimentos de repetição, por exemplo. No caso dos tipos de alto risco, o HPV pode causar, a longo prazo, o câncer de colo de útero ou antes disso, lesões precursoras do câncer.
Por ser um vírus que atinge um grande percentual de mulheres, apesar de afetar também os homens, entrevistamos a ginecologista Dra. Rosa Maria Neme, diretora do Centro de Endometriose São Paulo. Nesta conversa, a médica fala sobre o que é o HPV, seus sintomas, porque ele atinge mais mulheres do que homens e os tratamentos para combater este terrível inimigo da saúde íntima.
O que é o HPV e por que é tão perigoso? Meninas também podem desenvolver o câncer no colo uterino devido ao HPV?
É a sigla em inglês para papiloma vírus humano - Human Papiloma Virus. É um vírus transmitido através do contato da pele e, no caso da região genital, transmitido através de relações sexuais e podem causar lesões no pênis, vagina, colo do útero e vulva. Meninas que apresentam o HPV de alto risco podem desenvolver o câncer de colo uterino, apesar de ser raro nesta faixa etária.
As mulheres são mais vulneráveis ao HPV? Em caso positivo, por que?
Em geral, as mulheres apresentam-se mais vulneráveis à infecção pelo HPV por apresentarem variações tanto do ciclo hormonal quanto da imunidade ao longo do mês, diferentemente dos homens. Com isso, apresentam mais chance de contrair a infecção.
O que ocorre quando um indivíduo é infectado pelo HPV? Os sintomas sempre aparecem? Quais são?
Nem sempre os sintomas aparecem naquele momento. O vírus pode ficar incubado e aparecer muitos anos depois. Os sintomas dependem do tipo de HPV que infecta a mulher. As manifestações mais comuns na região genital são as verrugas genitais ou condilomas acuminados, conhecidas como "crista de galo".
Já outras pacientes com lesões subclínicas podem não apresentar sintomas, podendo ter apenas manifestações discretas como corrimentos de repetição, por exemplo. No caso dos tipos de alto risco, o HPV pode causar, a longo prazo, o câncer de colo de útero ou antes disso, lesões precursoras do câncer.
Mulheres e o HPV
Riscos do HPV
Depois de dar adeus aos preconceitos, às proibições e à repressão sexual, tanto os homens quanto as mulheres passaram a iniciar sua vida sexual muito cedo e a ter uma vida sexual mais ativa. Porém, esta intensa atividade pode vir acompanhada de alguns problemas de saúde, que merecem atenção e tratamento adequado.
Entre estas questões encontra-se o HPV (papilomavírus humano), nome genérico de um grupo de vírus que engloba diferentes tipos e, por ser transmitido sexualmente, pode provocar o surgimento de lesões genitais de alto risco, porque são precursoras de tumores malignos, especialmente do câncer do colo do útero e do pênis, entre outros sinais de baixo risco (não relacionadas ao aparecimento de câncer).
Depois de dar adeus aos preconceitos, às proibições e à repressão sexual, tanto os homens quanto as mulheres passaram a iniciar sua vida sexual muito cedo e a ter uma vida sexual mais ativa. Porém, esta intensa atividade pode vir acompanhada de alguns problemas de saúde, que merecem atenção e tratamento adequado.
Entre estas questões encontra-se o HPV (papilomavírus humano), nome genérico de um grupo de vírus que engloba diferentes tipos e, por ser transmitido sexualmente, pode provocar o surgimento de lesões genitais de alto risco, porque são precursoras de tumores malignos, especialmente do câncer do colo do útero e do pênis, entre outros sinais de baixo risco (não relacionadas ao aparecimento de câncer).
domingo, 20 de março de 2011
Para a galera!!!!
Abordamos os mais variados assuntos, mas esse em especial foi uma de nossas visitantes quem o pediu, se você tem dúvidas e quer se atualizar deixem aqui que faremos isso pra você... Agradecemos pela sua visita.
Até um próximo tema....
Até um próximo tema....
Terapias alternativas para a menopausa
Diversas pesquisas com vegetais, principalmente os derivados da soja, têm contribuído com o tratamento da menopausa.
Mas não há estudos que comprovem o benefício desses tratamentos no sistema ósseo, sistema nervoso e sexualidade.
No entanto, é um grande engano dizer que produtos naturais não têm efeitos colaterais, e às vezes até mais sérios que aqueles dos medicamentos, uma vez que as doses nem sempre são previsíveis.
Existem relatos de problemas sérios à saúde causados pelo uso indiscriminado de produtos naturais que contêm fitoestrogênios.
Os produtos vegetais contendo estrogênio têm os mesmos inconvenientes dos seus congêneres farmacêuticos e só devem ser usados sob estrita vigilância médica.
A Revista Veja, Edição 1967 de 2 de agosto de 2006, comenta que "Não há provas de que os tratamentos alternativos para a menopausa são eficazes".

Mas não há estudos que comprovem o benefício desses tratamentos no sistema ósseo, sistema nervoso e sexualidade.
No entanto, é um grande engano dizer que produtos naturais não têm efeitos colaterais, e às vezes até mais sérios que aqueles dos medicamentos, uma vez que as doses nem sempre são previsíveis.
Existem relatos de problemas sérios à saúde causados pelo uso indiscriminado de produtos naturais que contêm fitoestrogênios.
Os produtos vegetais contendo estrogênio têm os mesmos inconvenientes dos seus congêneres farmacêuticos e só devem ser usados sob estrita vigilância médica.
A Revista Veja, Edição 1967 de 2 de agosto de 2006, comenta que "Não há provas de que os tratamentos alternativos para a menopausa são eficazes".


Tratamentos alternativos são eficácias para a menopausa?
Não há provas de que os tratamentos alternativos para a menopausa são eficazes, diz um levantamento americano*
A Revista Veja de 02 de agosto de 2006 comenta um estudo publicado na revista científica americana Archives of Internal Medicine* sobre tratamentos alternativos para a menopausa:
"De acupuntura a ervas, passando pelas terapias comportamentais, qualquer novidade que se definisse "natural" tornou-se bem-vinda. Na semana passada, porém, uma notícia caiu como uma ducha de água fria sobre os defensores das terapias alternativas: não há provas confiáveis da sua eficácia e segurança. É o que revela a maior revisão de estudos sobre tratamentos alternativos e complementares já feita. O levantamento, publicado na última edição da revista científica americana Archives of Internal Medicine, avaliou setenta pesquisas antes de concluir que é preciso ter cautela em relação a esses métodos. Isso quer dizer que a terapia de primeira linha dos sintomas da menopausa continua a ser a tradicional reposição hormonal à base de estrogênio e de progestógeno."
A Revista Veja de 02 de agosto de 2006 comenta um estudo publicado na revista científica americana Archives of Internal Medicine* sobre tratamentos alternativos para a menopausa:
"De acupuntura a ervas, passando pelas terapias comportamentais, qualquer novidade que se definisse "natural" tornou-se bem-vinda. Na semana passada, porém, uma notícia caiu como uma ducha de água fria sobre os defensores das terapias alternativas: não há provas confiáveis da sua eficácia e segurança. É o que revela a maior revisão de estudos sobre tratamentos alternativos e complementares já feita. O levantamento, publicado na última edição da revista científica americana Archives of Internal Medicine, avaliou setenta pesquisas antes de concluir que é preciso ter cautela em relação a esses métodos. Isso quer dizer que a terapia de primeira linha dos sintomas da menopausa continua a ser a tradicional reposição hormonal à base de estrogênio e de progestógeno."
Recomendações Alimentares para a menopausa
• Balanço da ingestão de calorias e atividade física (ao menos 30 minutos por dia, três vezes por semana) para alcançar ou manter um peso corporal saudável.
• Consuma uma dieta rica em vegetais e frutas.
• Escolha alimentos com grão integral e alimentos com fibras.
• Consuma peixes, especialmente peixes “gordos”, pelo menos duas vezes por semana.
• Limite a ingestão de gordura saturada, escolhendo carnes magras e vegetais.
• Ao consumir produtos, escolha os sem gordura, 1% de gordura ou baixo teor de gordura (exceção feita para peixes).
• Escolher e preparar alimentos com pouco ou nenhum sal.
• Aumente o consumo de fibras (feijão, grão inteiro, outros frutos e produtos vegetais).
• Se consumir álcool, faça-o com moderação.
• Pare de fumar.
• Consuma uma dieta rica em vegetais e frutas.
• Escolha alimentos com grão integral e alimentos com fibras.
• Consuma peixes, especialmente peixes “gordos”, pelo menos duas vezes por semana.
• Limite a ingestão de gordura saturada, escolhendo carnes magras e vegetais.
• Ao consumir produtos, escolha os sem gordura, 1% de gordura ou baixo teor de gordura (exceção feita para peixes).
• Escolher e preparar alimentos com pouco ou nenhum sal.
• Aumente o consumo de fibras (feijão, grão inteiro, outros frutos e produtos vegetais).
• Se consumir álcool, faça-o com moderação.
• Pare de fumar.
Qualidade de vida da mulher
Há comprovação científica de que o tratamento hormonal em mulheres sintomáticas no início da menopausa tem os seguintes benefícios:
- Previne a osteoporose.
- Melhora os fogachos.
- Melhora a vida sexual.
- Protege contra o câncer de cólon.
- Melhora a qualidade de vida da mulher.
- Estudos epidemiológicos sugerem que pode haver prevenção da demência senil (Doença de Alzheimer) em mulheres, no entanto, estudos estatísticos não conseguiram provar esta afirmação.
Tratamento hormonal
Existem diversas maneira de se administrar os hormônios da TH: via oral, via transdérmica, via vaginal e injetável.
No Brasil, as duas vias mais comuns são a transdérmica e a oral.
A TH transdérmica se traduz em uma espécie de adesivo que é colocado na pele uma ou duas vezes por semana e que pode conter somente estrogênio isolado ou estrogênio + progestógeno.
Além dos adesivos transdérmicos, existem cremes e aerossóis de hormônios, os quais têm o inconveniente de terem de ser usados diariamente, porém, têm a vantagem de não descolar com o suor, como acontece com alguns adesivos em algumas mulheres.
Pela via oral podem ser administrados estrogênios e progestógenos.
Os implantes são colocados embaixo da pele e duram seis meses.
Apesar das diversas opções para se repor os hormônios deficientes na menopausa, algumas advertências têm de ser feitas:
Atenção: Não use produtos naturais sem controle médico.
No Brasil, as duas vias mais comuns são a transdérmica e a oral.
A TH transdérmica se traduz em uma espécie de adesivo que é colocado na pele uma ou duas vezes por semana e que pode conter somente estrogênio isolado ou estrogênio + progestógeno.
Além dos adesivos transdérmicos, existem cremes e aerossóis de hormônios, os quais têm o inconveniente de terem de ser usados diariamente, porém, têm a vantagem de não descolar com o suor, como acontece com alguns adesivos em algumas mulheres.
Pela via oral podem ser administrados estrogênios e progestógenos.
Os implantes são colocados embaixo da pele e duram seis meses.
Apesar das diversas opções para se repor os hormônios deficientes na menopausa, algumas advertências têm de ser feitas:
- Nunca inicie qualquer tratamento hormonal sem supervisão médica.
- Tratamento hormonal necessita de supervisão médica periódica, mesmo que esteja dando certo. Não deixe de visitar seu médico nos intervalos recomendados. Somente o médico pode avaliar a dose exata do medicamento e acompanhar seu excesso ou eventual falta.
- Não abandone a terapia hormonal. As vantagens de evitar a osteoporose só se obtêm por meio do uso continuado.
- A parada do tratamento causa alterações irreversíveis.
- Não se preocupe com efeitos colaterais, discuta-os com seu médico, sempre haverá uma alternativa.
- Leia o Consenso da Associação Brasileira do Climatério
Atenção: Não use produtos naturais sem controle médico.
Tratamento da menopausa
Terapia Hormonal
Se o que falta na menopausa é o estrogênio, nada mais lógico que a base do tratamento seja a reposição hormonal com esse hormônio.
Trabalhos científicos mostram que há vantagens para a qualidade de vida da mulher que é tratada precocemente em relação à menopausa, se esta tiver sintomas.
Em mulheres que ainda têm o útero, é importante associar a progestógeno para proteger contra o risco de câncer do endométrio.
Mas o mais importante, hoje, é que o tratamento deve ser individualizado. Médico e paciente devem discutir todas as vantagens e riscos dos diversos tipos de terapia existentes e chegar a um consenso sobre o que fazer.
Vantagens do tratamento
No entanto, para as mulheres que não podem usar os estrogênios, existem alternativas com medicamentos que diminuem os sintomas e/ou os efeitos da menopausa. O seu médico saberá identificar as vantagens e desvantagens de cada medicamento.
Se o que falta na menopausa é o estrogênio, nada mais lógico que a base do tratamento seja a reposição hormonal com esse hormônio.
Trabalhos científicos mostram que há vantagens para a qualidade de vida da mulher que é tratada precocemente em relação à menopausa, se esta tiver sintomas.
Em mulheres que ainda têm o útero, é importante associar a progestógeno para proteger contra o risco de câncer do endométrio.
Mas o mais importante, hoje, é que o tratamento deve ser individualizado. Médico e paciente devem discutir todas as vantagens e riscos dos diversos tipos de terapia existentes e chegar a um consenso sobre o que fazer.
Vantagens do tratamento
- Redução do risco de osteoporose.
- Melhora da depressão.
- Melhora da atividade sexual.
- Melhora da memória com possível prevenção da Doença de Alzheimer.
- Melhora dos fogachos.
- Protege contra o câncer de cólon.
- Melhora a qualidade de vida da mulher.
- Custo do tratamento.
- Tratamento prolongado.
- Volta da menstruação em algumas mulheres.
- Tratamento com hormônios aumenta os pelos no corpo.
- Tratamento com hormônios engorda.
- Tratamento com hormônio causa câncer.
No entanto, para as mulheres que não podem usar os estrogênios, existem alternativas com medicamentos que diminuem os sintomas e/ou os efeitos da menopausa. O seu médico saberá identificar as vantagens e desvantagens de cada medicamento.
Por que tratar a menopausa
Se a menopausa é um fenômeno natural na vida da mulher, qual a razão dos médicos proporem um tratamento para o climatério?
No início da menopausa (perimenopausa), a mulher poderá sentir sintomas muito fortes, o que interfere na sua maneira de viver e em sua qualidade de vida.
Nos últimos 30 anos, as conquistas da ciência em geral e da medicina em particular aumentaram em muito a idade média de sobrevida dos homens e principalmente das mulheres.
Considerando a idade média da instalação da menopausa, por volta dos 45 anos, veremos que as mulheres passarão um terço de suas vidas sem hormônios.
Ocorre que a perda de cálcio dos ossos, causa da osteoporose, aparece nos primeiros cinco anos da menopausa. Osteoporose é uma doença grave relacionada à fraturas de vértebras (coluna) e de bacia. O tratamento com hormônios ou medicamentos específicos não hormonais reduz a ocorrência de fraturas de bacia em 25% e de coluna em 50% e deve ser iniciado logo no início da menopausa, ou até antes.
Assim, o objetivo primordial do tratamento da menopausa é prevenir certas doenças e melhorar a qualidade da vida da mulher.
No início da menopausa (perimenopausa), a mulher poderá sentir sintomas muito fortes, o que interfere na sua maneira de viver e em sua qualidade de vida.
Nos últimos 30 anos, as conquistas da ciência em geral e da medicina em particular aumentaram em muito a idade média de sobrevida dos homens e principalmente das mulheres.
Considerando a idade média da instalação da menopausa, por volta dos 45 anos, veremos que as mulheres passarão um terço de suas vidas sem hormônios.
Ocorre que a perda de cálcio dos ossos, causa da osteoporose, aparece nos primeiros cinco anos da menopausa. Osteoporose é uma doença grave relacionada à fraturas de vértebras (coluna) e de bacia. O tratamento com hormônios ou medicamentos específicos não hormonais reduz a ocorrência de fraturas de bacia em 25% e de coluna em 50% e deve ser iniciado logo no início da menopausa, ou até antes.
Assim, o objetivo primordial do tratamento da menopausa é prevenir certas doenças e melhorar a qualidade da vida da mulher.
Causa dos sintomas da menopausa
O estrogênio, mais especificamente o estradiol, é o hormônio natural e básico da mulher. Sua produção começa na adolescência, quando é responsável pelo aparecimento dos sinais sexuais secundários na mulher e vai até a menopausa.
A falta de estrogênio causa as ondas de calor ou fogachos, de forma variável, em aproximadamente 75% a 80% das mulheres. O estrogênio também é responsável pela textura da pele feminina e pela distribuição de gordura. Sua falta causará a diminuição do brilho da pele e uma distribuição de gordura mais masculina, ou seja, na barriga.
É a falta de estrogênio que causa a secura vaginal, que acaba por afetar o desejo sexual, pois transforma as relações em algo desagradável e doloroso.
O estrogênio também é relacionado ao equilíbrio entre as gorduras no sangue, colesterol e HDL - colesterol. Estudos mostram que as mulheres na menopausa têm uma chance muito maior de sofrerem ataques cardíacos ou doenças cardiovasculares.
Outra alteração importante na saúde da mulher pela falta de estrogênio é a irritabilidade e a depressão. O estrogênio está associado a sentimentos de bem-estar e elevada autoestima, e a falta dele pode causar depressão em graus variados.
Por último, o estrogênio é responsável pela fixação do cálcio nos ossos. Após a menopausa, grande parte das mulheres passará a perder o cálcio dos ossos, doença chamada osteoporose, responsável por fraturas e por grande perda na qualidade de vida da mulher.
Estudos recentes têm associado a falta de estrogênio ao Mal de Alzheimer, perda progressiva e total da memória.
A falta de estrogênio causa as ondas de calor ou fogachos, de forma variável, em aproximadamente 75% a 80% das mulheres. O estrogênio também é responsável pela textura da pele feminina e pela distribuição de gordura. Sua falta causará a diminuição do brilho da pele e uma distribuição de gordura mais masculina, ou seja, na barriga.
É a falta de estrogênio que causa a secura vaginal, que acaba por afetar o desejo sexual, pois transforma as relações em algo desagradável e doloroso.
O estrogênio também é relacionado ao equilíbrio entre as gorduras no sangue, colesterol e HDL - colesterol. Estudos mostram que as mulheres na menopausa têm uma chance muito maior de sofrerem ataques cardíacos ou doenças cardiovasculares.
Outra alteração importante na saúde da mulher pela falta de estrogênio é a irritabilidade e a depressão. O estrogênio está associado a sentimentos de bem-estar e elevada autoestima, e a falta dele pode causar depressão em graus variados.
Por último, o estrogênio é responsável pela fixação do cálcio nos ossos. Após a menopausa, grande parte das mulheres passará a perder o cálcio dos ossos, doença chamada osteoporose, responsável por fraturas e por grande perda na qualidade de vida da mulher.
Estudos recentes têm associado a falta de estrogênio ao Mal de Alzheimer, perda progressiva e total da memória.
Menopausa
É o nome que se dá à última menstruação espontânea da mulher. O período da vida que antecede e precede a menopausa é chamado climatério (vai dos 45 aos 60 anos).
Nessa fase, os ovários deixam de produzir os hormônios estrogênios e progestógeno, de forma gradativa até perderem de vez a capacidade de funcionar. A mulher então deixa de ter a capacidade reprodutiva.
Não é uma doença, é apenas um estágio na vida da mulher. No entanto, ocorrem diversas modificações no organismo feminino nessa fase que podem predispor o aparecimento e o agravamento de várias doenças.
A principal característica da menopausa é a parada das menstruações.
No entanto, em muitas mulheres, a menopausa se anuncia por irregularidades menstruais, menstruações mais escassas, hemorragias, menstruações mais ou menos frequentes. Outros sinais e sintomas característicos como ondas de calor, alterações do sono, da libido e do humor, bem como atrofia dos órgãos genitais, aparecem em seguida.
Não existe idade predeterminada para a menopausa. Geralmente ocorre entre os 45 e os 55 anos, no entanto, pode ocorrer a partir dos 40 anos sem que isso seja uma anormalidade. É dita menopausa precoce quando ocorre espontaneamente ou por cirurgia antes dos 40 anos.
Não há relação entre a primeira menstruação e a idade da menopausa, nem tampouco existe relação entre a idade familiar da menopausa e a sua.
Se bem que em algumas mulheres tenham poucos ou nenhum sintoma durante o período da menopausa (climatério), a maioria poderá sentir alguns sintomas e apresentar alguns sinais:
Nessa fase, os ovários deixam de produzir os hormônios estrogênios e progestógeno, de forma gradativa até perderem de vez a capacidade de funcionar. A mulher então deixa de ter a capacidade reprodutiva.
Não é uma doença, é apenas um estágio na vida da mulher. No entanto, ocorrem diversas modificações no organismo feminino nessa fase que podem predispor o aparecimento e o agravamento de várias doenças.
A principal característica da menopausa é a parada das menstruações.
No entanto, em muitas mulheres, a menopausa se anuncia por irregularidades menstruais, menstruações mais escassas, hemorragias, menstruações mais ou menos frequentes. Outros sinais e sintomas característicos como ondas de calor, alterações do sono, da libido e do humor, bem como atrofia dos órgãos genitais, aparecem em seguida.
Não existe idade predeterminada para a menopausa. Geralmente ocorre entre os 45 e os 55 anos, no entanto, pode ocorrer a partir dos 40 anos sem que isso seja uma anormalidade. É dita menopausa precoce quando ocorre espontaneamente ou por cirurgia antes dos 40 anos.
Não há relação entre a primeira menstruação e a idade da menopausa, nem tampouco existe relação entre a idade familiar da menopausa e a sua.
Se bem que em algumas mulheres tenham poucos ou nenhum sintoma durante o período da menopausa (climatério), a maioria poderá sentir alguns sintomas e apresentar alguns sinais:
- ondas de calor;
- suores noturnos;
- insônia;
- menor desejo sexual;
- irritabilidade;
- depressão;
- ressecamento vaginal;
- dor durante o ato sexual;
- diminuição da atenção e memória.
Dicas para controlar os sintomas da TPM
Alimentação e hábitos saudáveis são bases ótimas para combater este mal ...
Com a chegada do verão, a preocupação feminina de entrar em forma e manter o corpo sarado até o final da temporada aumenta. Porém, quando chega a TPM, muitas vezes, as mulheres acabam ficando inchadas, ainda mais no verão, por causa da alta temperatura. A nutricionista e colaboradora da Natural em Casa, Doutora Audrey Abe, preparou algumas dicas de alimentos que ajudam a minimizar os sintomas da TPM e acabar com a retenção de líquido e irritabilidade, que tanto incomoda as mulheres.
"A baixa serotonina - substância que traz sensação de bem-estar e prazer - pode ser controlada através do consumo de alimentos ricos em vitamina B6, magnésio e ácido fólico. Essas substâncias que ajudam a converter o triptofano em serotonina, melhorando a disposição e controlando a oscilação de humor", explica a nutricionista.
- Verifique na lista abaixo alimentos ricos em cada uma destas vitaminas e minerais:
- Magnésio: vegetais folhosos escuros, cereais integrais, oleaginosas.
- Ácido Fólico: vegetais folhosos escuros crus (rúcula, almeirão, escarola, couve).
- Triptofano: açaí, banana, damasco, cereais integrais.
- Dicas importantes que devem ser adotadas nesse período:
2. A cafeína deve ser evitada, pois estimula o sistema nervoso central, piorando os sintomas de irritação, nervosismo e dores de cabeça. Sendo assim, além do café, diminua também o consumo de chá preto e refrigerantes que contêm essa substância;
3. Apesar da vontade de comer doces, controle-se para não ver o número da balança aumentar, após ter passado esse período;
4. Além da alimentação, inclua na rotina diária alguma atividade física que o agrade (corrida, musculação, pilates, yoga, natação, hidroginástica ou caminhada) para estimular a liberação de endorfina, amenizando ainda mais os sintomas.
"O cumprimento destas dicas, com certeza, resultará na melhor dos sintomas. Tente seguir corretamente e dê adeus à TPM", conclui a Doutora Audrey Abe.
Tratamento para a TPM
Por se tratar de uma síndrome, não existem tratamentos específicos, já que os sintomas variam muito de intensidade para cada mulher. Entretanto, há medidas que aliviam os sintomas.
Resultados não cientificamente comprovados mostram que a vitamina B6 (piridoxina), a vitamina E, o cálcio e o magnésio podem ser usados com melhora dos sintomas.
Outro medicamento é o ácido gama linoleico, que é um ácido graxo essencial. Pode ser encontrado no óleo de prímula. Existem advertências sérias do FDA americano (Órgão Regulatório dos Estados Unidos) a respeito de medicações alternativas naturais e de possíveis efeitos colaterais graves, portanto, esse, como qualquer outro medicamento, mesmo "natural", só deve ser usado mediante prescrição médica.
Na verdade, esse é o melhor caminho para o tratamento da TPM: consultar um médico ginecologista e descrever para ele todos os sintomas que a mulher sente antes e depois da menstruação.
O melhor medicamento é o que, sozinho ou associado, reduza os sintomas. Como essa síndrome está ligada à ovulação, muitas mulheres podem se beneficiar do uso da pílula anticoncepcional que suspende a ovulação. Nos Estados Unidos, a FDA aprovou a pílula com drospirenona e etinilestradiol, para mulheres que têm sintomas de TPM e desejam anticoncepção hormonal.
Já nos casos graves de síndrome disfórica pré-menstrual, é necessária medicação mais específica, sendo que a medicação usada com melhores resultados são os antidepressivos. Estudos recentes mostram que essa medicação usada na menor dose possível e durante a fase de tensão pré-menstrual tem melhorado muito a qualidade de vida das mulheres que experimentam essa disfunção. Também nesses casos a pílula anticoncepcional com drospirenona e etinilestradiol pode ser usada.
Resultados não cientificamente comprovados mostram que a vitamina B6 (piridoxina), a vitamina E, o cálcio e o magnésio podem ser usados com melhora dos sintomas.
Outro medicamento é o ácido gama linoleico, que é um ácido graxo essencial. Pode ser encontrado no óleo de prímula. Existem advertências sérias do FDA americano (Órgão Regulatório dos Estados Unidos) a respeito de medicações alternativas naturais e de possíveis efeitos colaterais graves, portanto, esse, como qualquer outro medicamento, mesmo "natural", só deve ser usado mediante prescrição médica.
Na verdade, esse é o melhor caminho para o tratamento da TPM: consultar um médico ginecologista e descrever para ele todos os sintomas que a mulher sente antes e depois da menstruação.
O melhor medicamento é o que, sozinho ou associado, reduza os sintomas. Como essa síndrome está ligada à ovulação, muitas mulheres podem se beneficiar do uso da pílula anticoncepcional que suspende a ovulação. Nos Estados Unidos, a FDA aprovou a pílula com drospirenona e etinilestradiol, para mulheres que têm sintomas de TPM e desejam anticoncepção hormonal.
Já nos casos graves de síndrome disfórica pré-menstrual, é necessária medicação mais específica, sendo que a medicação usada com melhores resultados são os antidepressivos. Estudos recentes mostram que essa medicação usada na menor dose possível e durante a fase de tensão pré-menstrual tem melhorado muito a qualidade de vida das mulheres que experimentam essa disfunção. Também nesses casos a pílula anticoncepcional com drospirenona e etinilestradiol pode ser usada.
Causas da TPM
Muitas hipóteses têm sido feitas a respeito das causas dessa doença, mas, atualmente, o que parece prevalecer é que sejam influências hormonais normais do ciclo menstrual que interfiram no sistema nervoso central.
Parece haver íntima relação entre os hormônios sexuais femininos, as endorfinas (substâncias naturais ligadas à sensação de prazer) e os neurotransmissores, tais como a serotonina.
É importante ressaltar que essa síndrome acompanha a menstruação normal da mulher.
Parece haver íntima relação entre os hormônios sexuais femininos, as endorfinas (substâncias naturais ligadas à sensação de prazer) e os neurotransmissores, tais como a serotonina.
É importante ressaltar que essa síndrome acompanha a menstruação normal da mulher.
Sintomas da TPM
Leia aqui os sintomas da TPM:
No entanto, para ser considerada doença, e, portanto, sujeita a tratamento, é importante que esses sintomas de fato interfiram nas atividades habituais da mulher e que ocorram na fase pré-menstrual, e não em todo o ciclo.
- depressão, sentimento de desesperança, pensamentos autodepreciativos;
- ansiedade, tensão, nervosismo, excitação;
- fraqueza afetiva, tristeza repentina, choro fácil, sentimento de rejeição;
- raiva ou irritabilidade persistente, aumento dos conflitos interpessoais;
- diminuição do interesse pelas atividades habituais;
- sensação de dificuldade de concentração;
- cansaço, fadiga fácil, falta de energia;
- acentuada alteração do apetite;
- distúrbios do sono;
- sensação de estar fora do próprio controle;
- inchaço e/ou sensibilidade mamária aumentada;
- dor de cabeça;
- dores musculares;
- ganho de peso ou sensação de inchaço.
No entanto, para ser considerada doença, e, portanto, sujeita a tratamento, é importante que esses sintomas de fato interfiram nas atividades habituais da mulher e que ocorram na fase pré-menstrual, e não em todo o ciclo.
Como aliviar a TPM
• realize atividades que proporcionem bem-estar, como passear no parque;
• faça uma atividade física. Pode ser uma caminhada ao ar livre, andar de bicicleta, nadar ou jogar tênis. Isso ajuda a reduzir a tensão e a melhorar a autoestima;
• evite agendar compromissos importantes para os dias que antecedem a sua menstruação;
• procure se arrumar, mesmo que você não vá sair de casa, isso também ajuda a elevar a sua autoestima;
• afaste os pensamentos negativos, seja otimista e mentalize coisas boas;
• procure fazer uma alimentação balanceada com verduras, frutas e legumes;
• diminua o sal, ele ajuda a desencadear os inchaços, pois contribui na retenção de líquidos.
• faça uma atividade física. Pode ser uma caminhada ao ar livre, andar de bicicleta, nadar ou jogar tênis. Isso ajuda a reduzir a tensão e a melhorar a autoestima;
• evite agendar compromissos importantes para os dias que antecedem a sua menstruação;
• procure se arrumar, mesmo que você não vá sair de casa, isso também ajuda a elevar a sua autoestima;
• afaste os pensamentos negativos, seja otimista e mentalize coisas boas;
• procure fazer uma alimentação balanceada com verduras, frutas e legumes;
• diminua o sal, ele ajuda a desencadear os inchaços, pois contribui na retenção de líquidos.
Características e sintomas da TPM
Durante o período que antecede a menstruação, a mulher pode sentir alguns desconfortos que caracterizam a tensão pré-menstrual (a famosa TPM), tais como:
• depressão;
• vontade de chorar;
• fome em excesso ou falta de apetite;
• falta de sono;
• inchaços;
• agressividade;
• ansiedade;
• dor de cabeça;
• acne.
• depressão;
• vontade de chorar;
• fome em excesso ou falta de apetite;
• falta de sono;
• inchaços;
• agressividade;
• ansiedade;
• dor de cabeça;
• acne.
TPM- Tensão Pré Menstrual
A tensão pré-menstrual (conhecida pela sigla TPM) é uma síndrome que atinge as mulheres e que ocorre, em maior ou menor grau, nos dias que antecedem a menstruação. É caracterizada por uma irritabilidade e ansiedade mais acentuadas, bem como manifestações físicas, como por exemplo dor nas mamas, distensão abdominal e cefaléia. Decorre da retenção de sódio e água .
TPM
- O que pode ser confundido com a TPM?
- Quais são as causas da TPM?
segunda-feira, 14 de março de 2011
Orgasmo espontâneo
O orgasmo pode ser espontâneo, parecendo que ocorrem sem haver prévia estimulação direta. Os primeiros relatos deste tipo de orgasmo provêm de pessoas que tiveram lesões da medula espinal (SCI). Embora a SCI muitas vezes leve à perda de certas sensações e a alterações da auto-percepção, uma pessoa com esta perturbação pode não estar privada de sexualidade, como estimulações sexuais e desejos eróticos.
Também se discute que algumas determinadas drogas antidepressoras podem provocar o orgasmo espontâneo como um efeito colateral
Também se discute que algumas determinadas drogas antidepressoras podem provocar o orgasmo espontâneo como um efeito colateral
Conseguir orgasmo
O orgasmo é atingido após a estimulação direta ou indireta do pênis ou do clitóris. Esta estimulação pode ser causada pela atividade sexual, masturbação, sexo oral, sexo não penetrativo, vibrador, ou por eletroestimulação. Qualquer estimulação sexual do pênis ou clitóris pode eventualmente resultar em um orgasmo, mas este também pode ser atingido pela estimulação de outras zonas erógenas, na ausência de estimulação física, pode-se chegar ao orgasmo através de estimulação psicológica (como na polução noturna).
Orgasmo
O orgasmo é a conclusão do ciclo de resposta sexual que corresponde ao momento de maior prazer sexual. Pode ser experimentado por ambos os sexos, dura apenas breves segundos e é sentido durante o ato sexual ou a masturbação. O orgasmo pode ser detectado com a ejaculação na maioria das espécies de mamíferos masculinos. Por outro lado, na espécie humana, o orgasmo masculino, por exemplo, nem sempre está acompanhado de ejaculação, podendo ocorrer o orgasmo sem ejaculação, como podemos observar nos cânones taoistas na china (In Chang, 1979 [1].
O orgasmo é uma das fases da resposta sexual, como descrita por Masters e Johnson. Caracteriza-se por intenso prazer físico mediado pelo sistema nervoso autônomo[2], acompanhado por ciclos de rápidas contrações musculares nos músculos pélvicos, que rodeiam os órgãos sexuais e o ânus, sendo frequentemente associados a outras acções involuntárias, como espasmos musculares em outras partes do corpo e uma sensação geral de euforia. Sua ausência é denominada anorgasmia. Além desta definição, temos o orgasmo como um potente estado alterado de consciência e ainda temos o para-orgasmo como sendo "o estado existencial de autorealização e prazer de viver intraduzível em palavras e geralmente vivenciado a partir de curtos momentos, ou momentos de pico. É o que todos buscamos."
No sentido estrito, apresenta-se como um pico rápido de excitação seguido ou não de ejaculação e com rápida queda na sensação de prazer. Uma vez que os órgãos sexuais têm a mesma origem embriológica em ambos os sexos, a sensação é equivalente para homens e mulheres, podendo haver um período refratário à estimulação direta após o orgasmo. Nas mulheres, as contrações musculares causam expulsão de líquido através da vagina, caracterizando a ejaculação feminina. É um período de grande relaxamento e queda da pressão arterial, devido à liberação da prolactina.[3] Há também redução temporária da atividades do córtex cerebral.[4] No sentido amplo, o orgasmo, pelo menos na espécie humana, traduz a capacidade de amar, de entrega ao amor e ao prazer, sendo uma atitude de cunho não neurótico que, temporariamente, anula os sintomas básicos da neurose a partir da liberação da energia ou orgônio sexual ou libido (Reich, W. A Função do Orgasmo).
O orgasmo é uma das fases da resposta sexual, como descrita por Masters e Johnson. Caracteriza-se por intenso prazer físico mediado pelo sistema nervoso autônomo[2], acompanhado por ciclos de rápidas contrações musculares nos músculos pélvicos, que rodeiam os órgãos sexuais e o ânus, sendo frequentemente associados a outras acções involuntárias, como espasmos musculares em outras partes do corpo e uma sensação geral de euforia. Sua ausência é denominada anorgasmia. Além desta definição, temos o orgasmo como um potente estado alterado de consciência e ainda temos o para-orgasmo como sendo "o estado existencial de autorealização e prazer de viver intraduzível em palavras e geralmente vivenciado a partir de curtos momentos, ou momentos de pico. É o que todos buscamos."
No sentido estrito, apresenta-se como um pico rápido de excitação seguido ou não de ejaculação e com rápida queda na sensação de prazer. Uma vez que os órgãos sexuais têm a mesma origem embriológica em ambos os sexos, a sensação é equivalente para homens e mulheres, podendo haver um período refratário à estimulação direta após o orgasmo. Nas mulheres, as contrações musculares causam expulsão de líquido através da vagina, caracterizando a ejaculação feminina. É um período de grande relaxamento e queda da pressão arterial, devido à liberação da prolactina.[3] Há também redução temporária da atividades do córtex cerebral.[4] No sentido amplo, o orgasmo, pelo menos na espécie humana, traduz a capacidade de amar, de entrega ao amor e ao prazer, sendo uma atitude de cunho não neurótico que, temporariamente, anula os sintomas básicos da neurose a partir da liberação da energia ou orgônio sexual ou libido (Reich, W. A Função do Orgasmo).
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